{"id":72,"date":"2018-03-01T11:01:28","date_gmt":"2018-03-01T14:01:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.edukbrasil.com.br\/blog\/?p=72"},"modified":"2018-03-08T19:44:33","modified_gmt":"2018-03-08T22:44:33","slug":"subcontas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/institutoanaabreu.com.br\/blog\/subcontas\/","title":{"rendered":"SUBCONTAS"},"content":{"rendered":"<p class=\"p1\">SUBCONTAS &#8211; INTRODU\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p>Diante da complexidade do controle por subcontas e as muitas d\u00favidas que cercam esse assunto por parte dos profissionais que elaboram as demonstra\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis e tamb\u00e9m a ECF e a ECD, estaremos publicando alguns boletins informativos curtos visando clarificar um pouco mais o assunto.<\/p>\n<p>A partir de 2014 para os optantes da Lei n\u00ba 12.973\/14 e 2015 para os n\u00e3o optantes, a contabilidade para fins fiscais que era escriturada no FCONT passou a n\u00e3o ser mais obrigat\u00f3ria. O principal objetivo do FCONT era anular os efeitos tribut\u00e1rios das atuais normas cont\u00e1beis vigentes no Brasil.<\/p>\n<p>Com a extin\u00e7\u00e3o do FCONT, a Receita Federal do Brasil desenvolveu uma nova forma de controlar os efeitos das atuais normas cont\u00e1beis divergentes da contabilidade vigente at\u00e9 31\/12\/2007, atrav\u00e9s das subcontas e em alguns casos no lado B do Lalur e Lacs, visando manter a neutralidade tribut\u00e1ria, naquilo que a Lei 12.973\/14 prev\u00ea e n\u00e3o mais totalmente como era no FCONT.<\/p>\n<p>As normas cont\u00e1beis com alto grau de subjetividade, por exemplo do valor justo e o ajuste a valor presente, foram os alvos principais de controle por subcontas, principalmente ap\u00f3s a ado\u00e7\u00e3o inicial.<\/p>\n<p><img src=\"http:\/\/edukbrasil.com.br\/images\/artigo1.jpg\" \/><\/p>\n<p><strong>Subcontas de ado\u00e7\u00e3o inicial:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Controlan diferen\u00e7as entre a contabilidade societ\u00e1ria (ECD) e a fiscal (FCONT).<\/li>\n<li>O volume de situa\u00e7\u00f5es que exigem o controle \u00e9 maior que ap\u00f3s a ado\u00e7\u00e3o inicial.<\/li>\n<li>Possuem natureza correlata de subconta de ado\u00e7\u00e3o inicial (de 90 a 95) que ser\u00e1 informado no registro I053 na ECD e J053 na ECF.<\/li>\n<li>Possuem contas referenciais espec\u00edficas de ado\u00e7\u00e3o inicial.<\/li>\n<li>Sua realiza\u00e7\u00e3o \u00e9 evidenciada em transa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas no registro M300 e-lalur e M350 e-lacs: 66, 66.01 e 143.<\/li>\n<li>Diferen\u00e7as informadas no Registro Y 665 da ECF.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Subcontas ap\u00f3s a ado\u00e7\u00e3o inicial:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Controlam determinadas transa\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis, previstas na Lei 12.973\/14, visando manter a neutralidade tribut\u00e1ria, s\u00e3o elas:<\/li>\n<\/ul>\n<p>a) Subcontas \u2013 TBU<br \/>\nb) \u00c1gio, mais e menos v\u00e1lia.<br \/>\nc) Ajuste a valor presente \u2013 somente a situa\u00e7\u00e3o prevista no Arts. 5\u00ba \u00a7 1\u00ba Lei 12.973\/14.<br \/>\nd) Deprecia\u00e7\u00e3o, amortiza\u00e7\u00e3o e exaust\u00e3o, que n\u00e3o sejam diferen\u00e7as de vida \u00fatil, que ap\u00f3s a ado\u00e7\u00e3o inicial, o controle \u00e9 lado B.<\/p>\n<ul>\n<li>Contas referenciais espec\u00edficas.<\/li>\n<li>Possuem natureza correlata de subcontas ap\u00f3s ado\u00e7\u00e3o inicial espec\u00edficas (de 2 a 86) que ser\u00e1 informado no registro I053 na ECD e J053 na ECF.<\/li>\n<li>Sua realiza\u00e7\u00e3o \u00e9 evidenciada em transa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas no registro M300 e-lalur e M350 e-lacas, conforme, a natureza da norma cont\u00e1bil que estiver sendo controlada na subconta.<\/li>\n<\/ul>\n<p><img src=\"http:\/\/edukbrasil.com.br\/images\/artigo2.jpg\" \/><\/p>\n<p><strong>SUBCONTAS DE ADO\u00c7\u00c3O INICIAL<\/strong><br \/>\nRegas b\u00e1sicas<br \/>\nAs subcontas de ado\u00e7\u00e3o inicial controlam diferen\u00e7as devedoras ou credoras que poder\u00e3o se originar nas situa\u00e7\u00f5es, abaixo descritas e previstas nos artigos 294 ao 299 da IN 1700\/2017 e art. 64, 66 e 67 da Lei 12.973\/2014:<\/p>\n<p><img src=\"http:\/\/edukbrasil.com.br\/images\/artigo5.jpg\" \/><\/p>\n<p><img src=\"http:\/\/edukbrasil.com.br\/images\/artigo6.jpg\" \/><\/p>\n<p><strong>Origem das Diferen\u00e7as Devedoras <\/strong><\/p>\n<p>As diferen\u00e7as devedoras poder\u00e3o ocorrer nas situa\u00e7\u00f5es abaixo, entre outras:<br \/>\na) No momento da ado\u00e7\u00e3o inicial, existem valores devedores registrados no ativo ou passivo na ECD para futura realiza\u00e7\u00e3o, entretanto, no FCONT esses mesmos valores j\u00e1 foram realizados como despesa e deduzidos da base do IRPJ e CSLL.<br \/>\n<strong>Exemplo:<\/strong> A empresa deprecia uma m\u00e1quina no FCONT em dez anos e na ECD em 20 anos, logo, para fins fiscais foi contabilizado uma despesa de deprecia\u00e7\u00e3o maior, que a contabilidade societ\u00e1ria. A partir de 2015 o que prevalece \u00e9 a contabilidade societ\u00e1ria e a empresa continuar\u00e1 depreciando o ativo em 20 anos, entretanto, parte desse valor j\u00e1 foi aproveitado como despesa dedut\u00edvel no FCONT, logo, para evitar um duplo dedu\u00e7\u00e3o da mesma despesa na base do IRPJ e CSLL, a diferen\u00e7a da deprecia\u00e7\u00e3o ser\u00e1 controlada por subcontas e adicionadas quando de sua realiza\u00e7\u00e3o pela deprecia\u00e7\u00e3o, baixa ou aliena\u00e7\u00e3o do ativo.<\/p>\n<p>b) Valores devedores contabilizados no ativo ou passivo que ir\u00e3o se realizar no futuro, entretanto, n\u00e3o ser\u00e3o dedut\u00edveis na apura\u00e7\u00e3o do IRPJ e CSLL, conforme previs\u00e3o da Lei 12.973\/14.<br \/>\n<strong>Exemplo:<\/strong> valor justo de ativo biol\u00f3gico, ajuste a valor presente de fornecedor, etc.<\/p>\n<p><strong>Origem das Diferen\u00e7as Devedoras <\/strong><\/p>\n<p>As diferen\u00e7as devedoras poder\u00e3o ocorrer nas situa\u00e7\u00f5es abaixo, entre outras:<br \/>\na) Valores credores registrados no ativo ou passivo, que se realizar\u00e3o como receitas, ganhos, rendimentos, etc., e que n\u00e3o ser\u00e3o tributados para fins de apura\u00e7\u00e3o do IRPJ e CSLL, pois j\u00e1 o foram no FCONT quando ocorreu a transa\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<strong>Exemplo:<\/strong> No momento da ado\u00e7\u00e3o inicial, temos registrado na contabilidade societ\u00e1ria ajuste a valor presente de clientes, que ser\u00e1 realizado como receita financeira. Entretanto a empresa j\u00e1 o tributou no FCONT no momento da emiss\u00e3o da nota fiscal de venda, quando ocorreu a contabiliza\u00e7\u00e3o para fins fiscais. Logo, para evitar dupla tributa\u00e7\u00e3o, quando essa receita financeira se realizar para fins societ\u00e1rios ser\u00e1 exclu\u00edda da apura\u00e7\u00e3o do IRPJ e CSLL, conforme previs\u00e3o da Lei n\u00ba 12.973\/14. Observe que se a empresa n\u00e3o abrir a subconta, tributar\u00e1 a mesma renda duas vezes, o que nos parece ser uma inconstitucionalidade.<\/p>\n<p>b) Valores credores registrados no ativo ou passivo na contabilidade societ\u00e1ria, no momento da ado\u00e7\u00e3o inicial, que quando realizados n\u00e3o ser\u00e3o tribut\u00e1veis, conforme, previs\u00e3o da Lei n\u00ba 12.973\/14.<br \/>\n<strong>Exemplo:<\/strong> ajuste a valor presente registrado a cr\u00e9dito no imobilizado quando de sua compra.<\/p>\n<p><strong>FORMA DE CONTROLE POR SUBCONTAS:<\/strong><\/p>\n<p><strong>A diferen\u00e7a poder\u00e1 ser controlada de duas formas: <\/strong><\/p>\n<p>1) Por meio da utiliza\u00e7\u00e3o de uma \u00fanica subconta, sendo o lan\u00e7amento a cr\u00e9dito ou d\u00e9bito na subconta e a d\u00e9bito ou cr\u00e9dito na conta de ativo ou passivo;<br \/>\n2) Por meio da utiliza\u00e7\u00e3o de 2 (duas) subcontas, sendo o lan\u00e7amento a cr\u00e9dito ou d\u00e9bito na subconta vinculada ao ativo ou passivo e a d\u00e9bito ou cr\u00e9dito em uma subconta auxiliar \u00e0 subconta vinculada ao ativo ou passivo.<\/p>\n<p><strong>A diferen\u00e7a devedora<\/strong> registrada na subconta ser\u00e1 baixada e adicionada ao lucro l\u00edquido na determina\u00e7\u00e3o do lucro real e base de c\u00e1lculo da contribui\u00e7\u00e3o social sobre o lucro l\u00edquido \u00e0 medida que o ativo for realizado, inclusive mediante deprecia\u00e7\u00e3o, amortiza\u00e7\u00e3o, exaust\u00e3o, aliena\u00e7\u00e3o ou baixa ou \u00e0 medida que o passivo for baixado ou liquidado. O valor ser\u00e1 adicionado na <strong>transa\u00e7\u00e3o 66.01<\/strong> do registro M300 e M350. A situa\u00e7\u00e3o abaixo poderia ser o valor justo de imobilizado, ativos biol\u00f3gicos, etc.<\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o abaixo poderia ser o valor justo de imobilizado, ativos biol\u00f3gicos, etc.<br \/>\n<img src=\"http:\/\/edukbrasil.com.br\/images\/artigo7.jpg\" \/><\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o abaixo poderia ser o ajuste a valor presente de um fornecedor (ado\u00e7\u00e3o inicial).<br \/>\n<img src=\"http:\/\/edukbrasil.com.br\/images\/artigo8.jpg\" \/><\/p>\n<p><strong>A diferen\u00e7a credora<\/strong> registrada na subconta ser\u00e1 baixada e, caso o valor realizado do ativo seja dedut\u00edvel, poder\u00e1 ser exclu\u00edda do lucro l\u00edquido na determina\u00e7\u00e3o do lucro real e base de c\u00e1lculo da contribui\u00e7\u00e3o social sobre o lucro l\u00edquido \u00e0 medida que o ativo for realizado, inclusive mediante deprecia\u00e7\u00e3o, amortiza\u00e7\u00e3o, exaust\u00e3o, aliena\u00e7\u00e3o ou baixa. A diferen\u00e7a credora registrada no passivo ser\u00e1 baixada e poder\u00e1 ser exclu\u00edda do lucro l\u00edquido na determina\u00e7\u00e3o do lucro real e base de c\u00e1lculo da contribui\u00e7\u00e3o social sobre o lucro l\u00edquido \u00e0 medida que o passivo for baixado ou liquidado. O valor ser\u00e1 exclu\u00eddo na <strong>transa\u00e7\u00e3o 143<\/strong> do registro M300 E M350.<\/p>\n<p>Situa\u00e7\u00e3o abaixo poderia ser o ajuste a valor presente de clientes.<br \/>\n<img src=\"http:\/\/edukbrasil.com.br\/images\/artigo9.jpg\" \/><\/p>\n<p>Situa\u00e7\u00e3o abaixo poderia ser o valor justo de t\u00edtulo de d\u00edvida.<br \/>\n<img src=\"http:\/\/edukbrasil.com.br\/images\/artigo10.jpg\" \/><\/p>\n<p><img src=\"http:\/\/edukbrasil.com.br\/images\/artigo11.jpg\" \/><\/p>\n<p><img src=\"http:\/\/edukbrasil.com.br\/images\/artigo12.jpg\" \/><\/p>\n<p><img src=\"http:\/\/edukbrasil.com.br\/images\/artigo13.jpg\" \/><\/p>\n<p>Diferen\u00e7as positivas ou negativas de valor justo n\u00e3o controladas por subcontas n\u00e3o poder\u00e3o afetar a apura\u00e7\u00e3o do preju\u00edzo fiscal ou da base negativa de contribui\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n<p><strong>NATUREZA CORRELATA DAS SUBCONTAS<\/strong><\/p>\n<p>A Receita Federal tem tr\u00eas formas de saber que uma determinada conta cont\u00e1bil se trata de uma subconta que controla uma diferen\u00e7a devedora ou credora, oriunda da ado\u00e7\u00e3o inicial:<br \/>\na) Contas referenciais espec\u00edficas<br \/>\nb) Registro Y665<br \/>\nInforma\u00e7\u00e3o no registro I053 (ECD) e J053(ECF) que a natureza correlata da conta cont\u00e1bil \u00e9 de uma subconta prevista na lei.<\/p>\n<p>Os registros I053 e J053 tem duas categorias de natureza correlata de subcontas:<br \/>\na) Natureza correlata da subconta de ado\u00e7\u00e3o inicial \u2013 natureza 90 a 93<br \/>\nb) Natureza correlata da subconta ap\u00f3s ado\u00e7\u00e3o inicial \u2013 natureza 2 a 86<\/p>\n<p>O conjunto de contas formado pela conta anal\u00edtica do ativo ou passivo e as subcontas correlatas receber\u00e1 identifica\u00e7\u00e3o \u00fanica, que n\u00e3o poder\u00e1 ser alterada at\u00e9 o encerramento cont\u00e1bil das subcontas.<br \/>\nDe acordo com o artigo 300, \u00a7\u00a7 3\u00b0 e 4\u00ba, da Instru\u00e7\u00e3o Normativa RFB n\u00ba 1.700, caso a pr\u00f3pria conta do ativo ou passivo seja utilizada como subconta correlata, <strong>o registro I053 e J053 n\u00e3o deve ser informado.<\/strong><\/p>\n<p><img src=\"http:\/\/edukbrasil.com.br\/images\/artigo14.jpg\" \/><\/p>\n<p>Para que ocorra informa\u00e7\u00e3o nos registros I053 e J053 obrigatoriamente a conta cont\u00e1bil anal\u00edtica tem que ter um \u201cpai\u201d para que ocorra a condi\u00e7\u00e3o de subconta.<br \/>\nContabilmente pode ocorrer situa\u00e7\u00f5es em que uma conta anal\u00edtica controla uma nova norma, entretanto, ela n\u00e3o est\u00e1 submetida a uma conta principal (pai), \u00e9 o caso de contas que controlam o valor justo de alguns derivativos, benef\u00edcios a empregados, etc.<\/p>\n<p><strong>PONTOS ESPEC\u00cdFICOS DAS SUBCONTAS<\/strong><br \/>\n<strong>Ativo ou passivo reconhecido na contabilidade societ\u00e1ria, mas n\u00e3o reconhecido no FCONT<\/strong><\/p>\n<p>A subconta poder\u00e1 ser a pr\u00f3pria conta representativa do ativo ou passivo que j\u00e1 evidencia a diferen\u00e7a, sem a necessidade da cria\u00e7\u00e3o de nova conta cont\u00e1bil.<br \/>\nO mesmo se aplica para o caso de ativo ou passivo representado por mais de uma conta, caso uma dessas contas conste na data da ado\u00e7\u00e3o inicial na contabilidade societ\u00e1ria, mas n\u00e3o conste no FCONT (ex: na perda estimada por redu\u00e7\u00e3o ao valor recuper\u00e1vel de ativo, a subconta poder\u00e1 ser a pr\u00f3pria conta que j\u00e1 evidencia a diferen\u00e7a).<br \/>\nEstas situa\u00e7\u00f5es dever\u00e3o ser informadas no registro Y665 da ECF<\/p>\n<p><strong>Uma subconta para cada conta \u2013 regra espec\u00edfica da ado\u00e7\u00e3o inicial<\/strong><\/p>\n<p>Cada subconta deve se referir a apenas uma \u00fanica conta de ativo ou passivo, e cada conta de ativo ou passivo referir-se-\u00e1 a apenas uma subconta, assim sendo, caso uma determinada conta tenha duas diferen\u00e7as ao mesmo tempo, essas diferen\u00e7as dever\u00e3o ser controladas na mesma conta, mesmo que tenha considera\u00e7\u00f5es de apura\u00e7\u00e3o diferentes.<br \/>\n<strong>Exemplo:<\/strong> diferen\u00e7a de deprecia\u00e7\u00e3o acumulada oriunda de diferen\u00e7a de vida \u00fatil e tamb\u00e9m de ajuste a valor presente, s\u00e3o diferen\u00e7as diferentes, com apura\u00e7\u00f5es diferentes, entretanto, ser\u00e3o contabilizadas e controladas na mesma subconta que ter\u00e1 como pai a deprecia\u00e7\u00e3o acumulada.<\/p>\n<p><img src=\"http:\/\/edukbrasil.com.br\/images\/artigo15.jpg\" \/><\/p>\n<p>Cabe observar que a empresa poder\u00e1 utilizar a subconta auxiliar, assim sendo, se isso ocorrer ela poder\u00e1 ter at\u00e9 duas subcontas ligadas a conta pai, a subconta onde \u00e9 registrada a diferen\u00e7a e a subconta auxiliar, salvo essa situa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 possibilidade de ter duas subcontas para um mesmo pai. Essa situa\u00e7\u00e3o s\u00f3 se aplica na ado\u00e7\u00e3o inicial, ap\u00f3s a ado\u00e7\u00e3o inicial existe a possibilidade do reconhecimento de mais de uma subconta para o mesmo pai, independente de se utilizar ou n\u00e3o a subconta auxiliar.<\/p>\n<p><strong>SITUA\u00c7\u00d5ES EM QUE N\u00c3O SE APLICA O CONTROLE POR SUBCONTAS NA ADO\u00c7\u00c3O INICIAL<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Leasing<\/li>\n<li>Contratos de concess\u00e3o<\/li>\n<li>Diferen\u00e7as nas participa\u00e7\u00f5es societ\u00e1rias, como \u00e1gio de aquisi\u00e7\u00e3o, equival\u00eancia patrimonial, etc.<\/li>\n<li>Saldos de contas cont\u00e1beis registrados no FCONT, mas devido a sua natureza cont\u00e1bil, n\u00e3o poder\u00e1 mais ser reconhecido na contabilidade societ\u00e1ria, ser\u00e1 controlado no lado b do e-lalur\/lacs.<\/li>\n<li>Contas do Patrim\u00f4nio L\u00edquido<\/li>\n<li>IR Diferido<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Exemplos:<\/strong> ativo diferido j\u00e1 realizado para fins cont\u00e1beis, mas com saldo ainda registrado no Fcont, \u00e1gio registrado no FCONT mas, baixado na contabilidade societ\u00e1ria (impairment), etc.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>SUBCONTAS &#8211; INTRODU\u00c7\u00c3O Diante da complexidade do controle por subcontas e as muitas d\u00favidas que cercam esse assunto por parte dos profissionais que elaboram as demonstra\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis e tamb\u00e9m a ECF e a ECD, estaremos publicando alguns boletins informativos curtos visando clarificar um pouco mais [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":71,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/institutoanaabreu.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/72"}],"collection":[{"href":"https:\/\/institutoanaabreu.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/institutoanaabreu.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutoanaabreu.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutoanaabreu.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=72"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/institutoanaabreu.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/72\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":81,"href":"https:\/\/institutoanaabreu.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/72\/revisions\/81"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutoanaabreu.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/71"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/institutoanaabreu.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=72"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/institutoanaabreu.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=72"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/institutoanaabreu.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=72"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}